
Expediente
ESPECIAL PRODUZIDO POR
Natielly Silva e Eduardo Silva
COM ORIENTAÇÃO DE
Robson Braga
Dedicado à
Fátima Silva e Claudiene Silva

Agradecimentos
Natielly Silva
Pensei várias vezes em como começar esses agradecimentos, e em um primeiro momento cogitei iniciar pelos obstáculos e aprendizagens da graduação, que seria provavelmente o mais prático a se fazer, mas considero que não estaria sendo justa com a minha trajetória de vida, então a primeira pessoa que quero e devo começar agradecendo é a minha mãe, por ter sido força e segurança para minha durante toda a minha trajetória escolar e acadêmica, por ter sido quem sempre me explicou da importância de ser uma mulher em busca de conhecimento.
Durante todo o processo de construção do Especial Ayabás ouvia de todas as entrevistadas o quanto as nossas mais velhas são cruciais para a nossa formação pessoal e a importância de exaltá-las e celebrá-las. Todas essas mulheres negras que em tantos momentos me identifiquei falavam de como suas mães, avós e tias ajudaram a conceber a mulher adulta que elas se tornaram, e minha mãe é isso, um parte imensa do que eu sou e estou me tornando, e gratidão é o mínimo que posso ter para oferecê-la.
Quero dedicar uma parte da minha mais sincera gratidão a cada mulher que ajudou a construir o Ayabás, que conversou, que cedeu parte do seu tempo, que nos acolheu em seus lares, e que tão carinhosamente nos contou sobre suas histórias de vida, sem elas esse trabalho não seria possível.
E por último, quero finalizar agradecendo a mim, porque sei do quanto lutei para construir esse trabalho, e sei de como toda minha trajetória acadêmica foi complicada, cansativa e cheia de empecilhos que fizeram várias vezes eu cogitar que não ia conseguir chegar até aqui. Ser uma das primeiras da minha família a ter um ensino superior, sendo uma mulher negra do interior é por muitas vezes desafiador e em todas as vezes é trabalhoso, mas acho que eu tô conseguindo chegar lá.

Eduardo Silva
Não há outra maneira de iniciar senão agradecendo a minha avó, Dona Fátima, não apenas por ser uma das inspirações para este trabalho, mas também pela paciência e zelo que teve e ainda tem comigo. Sem ela eu não sei quem seria hoje. Agradeço a minha mãe pela vida, pelo seu amor e por sempre me deixar trilhar meus próprios caminhos, mesmo quando eu não sabia para onde estava indo. Agradeço a minha avó do coração Maria Luiza Angelim e minhas tias Glória e Nieta Angelim por todo apoio, carinho e pelas palavras de sabedoria. Agradeço também a minha avó paterna Dona Francisca e as minhas tias Nazaré, Luciana e Lurdes por estarem presentes onde faltou o amor e a responsabilidade.
Os momentos em que tive dúvidas e medos foram muitos, o meu alento foi sempre poder contar com o companheirismo, solidariedade e a alegria dos amigos que fiz no Adauto Bezerra: Larissa Lemos, Lucas de Oliveira, Ulyanne Barros, Clara Molik, Ana Flávia Castro e Dandara Fonseca. Foi ao lado deles que descobri minha paixão pela comunicação e encontrei o apoio para seguir este sonho.
Sou eternamente grato a todos os mestre que expandiram meus horizontes e me guiaram até aqui, em especial a minha chefe Dona Ângela Cavalcante que muito me ensinou em dois anos de trabalho puxado no Instituto de Previdência do Município de Fortaleza onde iniciei minha jornada profissional. Sou grato também às colegas Marinete Santos e Rayane Patrine por sempre apontarem meus erros e acertos.
Agradeço a minha amiga e coautora do trabalho Natielly Silva, primeiramente por encontrar um tema tão próximo às nossas realidades familiares e segundo pelo companheirismo e camaradagem nesses anos em que dividimos a sala de aula e durante a produção deste trabalho. Finalmente agradeço a todas as mulheres negras que colaboram com tempo, histórias e conhecimentos para produção do Especial Ayabás, jamais esquecerei das histórias e experiências trocadas.