


Renda
Em seu eixo de renda o Especial Ayabás aborda a busca da mulher negra pelo sustento familiar, seja derrubando os obstáculos do mercado de trabalho, pela inovação no afroempreendedorismo, ou pela perseverança diante a vulnerabilidade socioeconômica.
Por Natielly Silva
& Eduardo Silva

Serviço de Branco
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) do ano de 2020, mulheres negras compõe 28% da população brasileira, e unidas aos homens negros formam 54,9% da força de trabalho no país mas ainda assim, essas mulheres recebem apenas 44% do salário de um homem branco. Outra informação relevante é que mesmo sendo metade da força de trabalho no país, ⅔ da população negra são desocupados ou subutilizados.
São Elas Que
Fazem Acontecer
Três mulheres que pelo sonho de ter seu próprio negócio ou por necessidade ousaram criar os seus empreendimentos. Angélica, Helaine e Thaís são afroempreendedoras engajadas, termo usado para se referir ao empreender associado à vontade de exercer atividades autoafirmativas voltadas à população negra. E são parte do retrato da pesquisa realizada pelo Preta Hub onde 52% dos empreendedores negros são mulheres, e dessas, 31% são nordestinas.
Outros Caminhos
O avanço da crise sanitária da Covid-19 no ano de 2020 aprofundou ainda mais o abismo que separa famílias negras e brancas. No ano passado, pretos, pardos e indígenas foram as principais vítimas de infecções e óbitos por coronavírus. Para aliviar os prejuízos econômicos da pandemia, o governo federal sancionou, no dia 2 de abril de 2020, a Lei Nº 13.982 que estabeleceu a distribuição de auxílio emergencial.


